LABORATÓRIO · ARQUITETURA / 04

Quatro planos e uma porta de saída.

A arquitetura separa o que é portátil do que pertence a cada organização, e trata a saída do hospedeiro como atributo do produto, não como exceção.

Versão 0.4.2 · atualizada em 27/09/2026 · Histórico de versões

01

Os quatro planos

KERNEL

Invariantes portáteis

Soberania humana, estados, autorização, proveniência, reserva e idempotência, reversão e contratos de interface.

DOMAIN PACK

Conhecimento de setor

O que é reutilizável de um setor ou função: imobiliário e regularização, jurídico, educação, comercial, editorial.

HOST INSTANCE

Cada organização

Configuração, estrutura, papéis, ferramentas, políticas e adaptações exclusivas de cada hospedeiro.

EVIDENCE & LEARNING

O que demonstra

Eventos, métricas, incidentes, testes e decisões que demonstram resultado e permitem aprender entre versões.

02

Como um aprendizado sobe de nível

EixoDegraus
EscopoLOCAL → PACK → KERNEL
MaturidadeRAW → CANDIDATE → VALIDATED → CANONICAL

FATO REGISTRADOPromover exige um pacote verificável: identificador, diferença sanitizada, titular dos dados e da propriedade intelectual, testes, decisão humana e plano de reversão. Conhecimento local não vira lei do núcleo só porque funcionou uma vez.

03

Portões do produto

PortãoO que exigeEstado
G0Núcleo delimitadoNão passou
G1Confiabilidade internaNão passou
G2Resultado internoNão passou
G3TransferibilidadeNão passou
G4Parceiro externo de desenhoBloqueado
G5ProdutizaçãoBloqueado

04

Saída soberana

A Symbiontes deve conseguir se retirar deixando o hospedeiro melhor, documentado e operacional.

Princípio aprovado: coevolução profunda com saída soberana
  • Completude da exportação.
  • Tempo de restauração.
  • Tempo de passagem do trabalho para pessoas.
  • Parcela da operação que não depende de um único fornecedor.
  • Capacidade de reconstruir a operação a partir dos cofres.

05

Elastoplasticidade

O conceito-âncora da marca: a organização deve saber absorver choques, voltar ao eixo e manter o que aprendeu.

01

Absorção

Quanto o serviço se degrada durante o choque.

02

Recuperação

Quanto tempo leva para voltar à faixa normal de operação.

03

Retenção

Quanta mudança útil permanece depois da estabilização.

04

Reversibilidade

Quanto custa e quanto demora desfazer uma mudança ruim.

05

Aprendizagem transferida

Quanto melhora a resposta no próximo choque ou num hospedeiro comparável.